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O Erro Que Quase Quebrou a Operação
Thiago Tavares trabalhou 10 anos como gerente comercial em uma das maiores seguradoras do país. Sua função? Ajudar corretores a se desenvolverem. Ele sempre teve o sonho de empreender, se planejou, convidou o cunhado Luis Felipe para topar o desafio e em 2019 abriu a LTJ Corretora.
Mas quando a operação começou de fato, entre 2021 e 2022, ele fez uma escolha que ia contra tudo que o mercado fazia.
A prática comum no Rio de Janeiro é contratar corretores autônomos que ganham só em cima da venda. Thiago decidiu diferente. Ele queria ter um time CLT, porque acreditava que assim conseguiria desenvolver, ter controle maior e gerar previsibilidade.
Começou com um funcionário. Deu certo. Foi para o segundo. Chegou a ter 12 comerciais dentro da empresa.
Mas a previsibilidade que ele tanto buscava? Nunca veio.
Com 400 leads por mês, sete pessoas no time e faturamento de R$ 1,4 milhão por ano, a empresa cresceu apenas 0,2% em 12 meses.
“Eu tinha uma equipe de vendas, mas não sabia se estava vendendo bem ou mal. Não tinha base de comparação”, conta Thiago.
Esse é o erro: montar estrutura sem método.
Ele tinha leads. Tinha time. Tinha vontade. Mas não tinha clareza sobre o que estava funcionando, o que estava travando e onde investir para escalar.
Quando Investir Vira Desperdício
Durante anos, Thiago tentou resolver o problema investindo em cursos, pessoas e sistemas. Gastou mais de R$ 40 mil em soluções que não retornaram.
“Ano passado a gente passou muito por isso, de colocar o dinheiro e não ver o retorno a ponto de falar assim: ‘Cara, o que que eu tô fazendo que não tá dando certo? Será que não é melhor eu ser um corretor autônomo? Porque tudo que eu vender eu vou receber de comissão’.”
Ele chegou ao ponto de questionar se valia a pena continuar.
A frustração era enorme. Ele via oportunidade, sabia que existia potencial, mas não conseguia destravar crescimento. Cada nova tentativa parecia só adicionar mais complexidade sem gerar resultado.
E aqui está a grande verdade: investir sem direcionamento é desperdício. Não importa quanto você gasta. Importa onde você investe.
Thiago não estava investindo errado por falta de dinheiro. Estava investindo errado por falta de método.
A Virada: Método, Não Sorte
Em janeiro deste ano, Thiago e Luis tomaram uma decisão: “Vamos fazer mais com menos. Vamos fazer o que precisa sem precisar gastar demais e gerar o máximo de resultado que a gente pode.”
Foi quando entraram no Programa Expansão Comercial da Growth Machine.
“Quando a gente veio pro programa, a gente conseguiu desenhar alguns processos e a gente falou assim: ‘Cara, esquece, não tem como não dar certo, porque a gente tem vontade, a gente tem execução, a gente só precisa de um direcionamento.’ E a gente teve esse direcionamento.”
A transformação começou com clareza brutal:
✅ Definição de ICP claro – quem é o cliente ideal da LTJ
✅ Processos documentados – cada etapa do funil mapeada
✅ Cadências estruturadas – o que fazer, quando fazer, como fazer
✅ Métricas reais – saber o que é bom ou ruim para o mercado deles
✅ Implementação de CRM – visibilidade total do pipeline
Pela primeira vez, Thiago sabia exatamente o que estava funcionando e o que precisava ajustar.
E os resultados apareceram em 30 dias.
O Que Mudou em 30 Dias
Após participar do Programa Expansão Comercial, a LTJ teve o melhor mês da história da empresa.
📈 Vendas mensais: de 30 para 60 (+100%)
📈 Faturamento mensal: de R$ 160 mil para R$ 200 mil (+25%)
📈 Taxa de conversão: de 2% para 4% (dobrou)
📈 CAC: de R$ 606 para R$ 976 (investimento maior, mas com retorno garantido)
Mas o ganho mais importante não foi o número. Foi maturidade operacional.
“Hoje eu sei exatamente o que é bom ou ruim para o meu mercado. Decido com base em dados. Tenho funil mapeado. Time engajado. Plano claro para sair de R$ 1,4 milhão para R$ 4 milhões em dois anos.”
Thiago deixou de apagar incêndio para construir capacidade.
E a meta agora é agressiva:
🎯 R$ 2 milhões em 2025
🎯 R$ 4 milhões em 2026
Para entender melhor essa transformação completa, veja o Case LTJ Corretora.
Por Que a Maioria das Empresas Não Cresce
A história da LTJ expõe um problema estrutural que a maioria dos empresários enfrenta: falta de clareza sobre o que realmente gera resultado.
Você pode ter:
❌ Leads entrando
❌ Time trabalhando
❌ Dinheiro sendo investido
Mas se você não tem método, você não tem previsibilidade.
E sem previsibilidade, você não consegue:
🔶 Contratar com segurança
🔶 Investir com confiança
🔶 Escalar com consistência
🔶 Delegar sem medo
A grande sacada que Thiago descobriu é simples: não basta ter vontade e execução. Você precisa de direcionamento.
“Não tem porque a gente cogitar assim: ‘Ah, se não der certo eu faço isso’. Não tem opção de não dar certo, vai dar certo. E agora a gente sabe que dá, porque a gente aprendeu os processos.”
Essa segurança vem de método documentado, processo claro e indicadores acompanhados.
CLT vs Autônomo: O Modelo da LTJ
Uma das decisões mais estratégicas de Thiago foi ir contra o mercado e contratar time CLT em vez de corretores autônomos.
Por quê?
“Quando eu tenho um time comigo como funcionário, eu consigo desenvolver, eu consigo ter um controle maior, eu consigo ter mais previsibilidade, coisa que eu nunca tive até o momento.”
Ele entendeu que no modelo autônomo:
❌ Qualquer um entra
❌ Cada um se desenvolve como quer
❌ Cada um presta o serviço que quer
❌ Não existe padrão de qualidade
❌ Não existe previsibilidade
No modelo CLT da LTJ:
✅ Metodologia própria de desenvolvimento
✅ Controle sobre como o cliente é atendido
✅ Mensuração por qualidade, não só por volume
✅ Time de pós-venda (concierge) que cuida do cliente de ponta a ponta
✅ Foco em aumentar LTV, não só em vender
“A gente não foca só na venda. A gente cuida do cliente de ponta a ponta e não só simplesmente vende e beijo, tchau.”
Essa decisão estratégica permitiu que Thiago construísse previsibilidade.
E previsibilidade é o que separa empresas que crescem de empresas que sobrevivem.
Para entender melhor como estruturar um time comercial eficaz, veja Como Estruturar um Funil de Vendas B2B.
O Desafio de Vender Plano de Saúde para Empresas
Vender plano de saúde para empresas tem desafios específicos que Thiago conhece bem.
Primeiro desafio: O RH é muito assediado.
“Tem muita gente com solução para RH, tem benefício, tem alimentação, tem plano de saúde, tem software, tem treinamento, team building, tudo aquilo que tem uma correlação com os colaboradores.”
Segundo desafio: O recurso não é do RH.
“O recurso em si não é dele, né? O recurso é de uma área ou ele vai resolver o problema dos outros. E isso se torna uma dificuldade, porque a quantidade de oferta, a quantidade de produto para ele… mais uma pessoa querendo vir e me oferecer.”
Terceiro desafio: Falta de cultura de proteção.
“Menos de 30% da população tem plano de saúde privado. As pessoas olham hoje pro plano de saúde como algo que ele não quer investir o dinheiro dele. Ele usa aquele dinheiro para poder fazer outra coisa. Porque culturalmente a gente não tem a preocupação com a proteção.”
Como Thiago contorna essas objeções?
Mostrando ao empresário o custo real de não ter plano de saúde:
🔶 Turnover alto quando o colaborador precisa de atendimento e não tem
🔶 Absenteísmo por falta de cuidado preventivo
🔶 Perda de produtividade quando o funcionário está doente
🔶 Dificuldade de atração e retenção de talentos
“Hoje o empresário enxerga o benefício de cuidar do colaborador. Ele sabe que se ele tem um plano de saúde bom, ele vai diminuir turnover, vai aumentar engajamento.”
Vendas consultivas funcionam quando você mostra o custo de não agir.
Para entender melhor esse modelo, leia O Papel das Vendas Consultivas no Fechamento de Grandes Contas.
O Que Thiago Faria Diferente
Quando perguntado sobre qual conselho daria para si mesmo de dois ou três anos atrás, Thiago foi direto:
“Não demore o tanto que eu demorei para poder entrar.”
“Eu já te acompanhava há anos, só que sempre fiquei com o pé atrás de fazer o investimento. Isso só me atrasou.”
Ele investiu mais de R$ 40 mil em soluções genéricas que não retornaram. Quando finalmente investiu R$ 220 mil no programa certo, em 30 dias teve o melhor mês da história.
ROI de 25% em 60 dias. Payback projetado em 4 meses.
“Investimos R$ 40 mil em soluções genéricas e não voltaram. Os R$ 220 mil do High Growth estão construindo capacidade permanente.”
A diferença?
Soluções genéricas não se adaptam à realidade da sua operação. Método estruturado sim.
“O maior benefício foi a maturidade de saber focar no resultado.”
E essa maturidade não vem de curso online. Vem de implementação assistida, acompanhamento contínuo e ajuste baseado em dados reais.
Como Aplicar Isso na Sua Operação
Se você quer transformar seu time em máquina de alta performance, siga o caminho que Thiago percorreu:
Passo 1: Reconheça que o problema não é o time. É o sistema.
Pare de culpar vendedor. Comece a construir processo.
Passo 2: Defina clareza total sobre o que você espera.
ICP claro, processo documentado, métricas definidas, responsabilidades mapeadas.
Passo 3: Implemente ferramentas que dão visibilidade.
CRM, cadências, automação. Sem visibilidade, você não tem controle.
Passo 4: Acompanhe atividades, não só resultados.
Gestão eficaz acontece no meio do processo, não no final.
Passo 5: Invista em método, não em solução rápida.
Soluções genéricas não funcionam. Método customizado para sua realidade funciona.
Passo 6: Tenha paciência com o processo, mas seja impaciente com a execução.
Resultado demora. Execução tem que ser rápida.
Performance não é acidente. É construção.
E construção exige método, disciplina e acompanhamento.
Para estruturar seu processo comercial completo, conheça o Sales Model Canvas e o Processo de Vendas.
Por Que Empresários Demoram Para Estruturar
Uma das partes mais reveladoras da conversa com Thiago foi quando ele admitiu: “Sempre fiquei com o pé atrás de fazer o investimento. Isso só me atrasou.”
Ele já acompanhava o trabalho da Growth Machine há anos. Via os cases. Via os resultados. Mas travava na hora de tomar a decisão.
Por quê?
Porque todo empresário que já investiu e não teve retorno desenvolve um medo natural de investir de novo. É um mecanismo de proteção. Mas esse medo te prende no mesmo lugar.
Thiago gastou mais de R$ 40 mil em cursos, sistemas e pessoas. Nada funcionou. Quando alguém falava “investe nisso que vai dar certo”, ele já pensava: “Já ouvi isso antes.”
E aqui está o problema: você começa a achar que o problema é o investimento em si, quando na verdade o problema é investir na coisa errada.
Soluções genéricas não funcionam porque não se adaptam à realidade da sua operação. Um curso sobre vendas B2B pode ser bom, mas se ele não considera o mercado de seguros, o modelo CLT da LTJ, o perfil do cliente ideal deles, ele vira só teoria.
Teoria não paga conta. Implementação paga.
E implementação só acontece quando você tem acompanhamento real, não conteúdo gravado.
“Fiz vários investimentos em curso, em pessoas, em sistemas e não deu certo. E esse ano, em janeiro, a gente falou assim: ‘Cara, a gente vai fazer mais com menos.'”
Essa virada de chave aconteceu quando Thiago entendeu que não era sobre gastar mais. Era sobre investir melhor.
O Que Realmente Muda Quando Você Estrutura
Quando Thiago entrou no Programa Expansão Comercial, a primeira mudança não foi operacional. Foi mental.
“Quando a gente veio pro programa e conseguiu desenhar alguns processos, a gente falou assim: ‘Cara, esquece, não tem como não dar certo, porque a gente tem vontade, a gente tem execução, a gente só precisa de um direcionamento.'”
Essa frase é brutal.
Porque revela que o problema nunca foi capacidade. O problema era direcionamento.
A maioria dos empresários tem:
✅ Vontade de crescer
✅ Capacidade de executar
✅ Dinheiro para investir
Mas não tem clareza sobre onde aplicar isso.
E sem clareza, você gasta energia em atividades que não geram resultado. Contrata vendedor sem ter processo. Investe em tráfego sem ter funil. Aumenta equipe sem ter previsibilidade.
Você confunde movimento com progresso.
Thiago estava em movimento constante. Mas não estava progredindo.
Quando ele estruturou, não precisou mudar tudo. Precisou organizar o que já existia.
“Nesse momento a gente falou assim: ‘Cara, não tem porque a gente cogitar assim: Ah, se não der certo eu faço isso. Não tem opção de não dar certo, vai dar certo.'”
Essa segurança vem de método. Quando você sabe o que fazer, como fazer e por que fazer, você deixa de ter dúvida e passa a ter confiança.
E confiança muda execução.
Vendedor confiante vende mais. Líder confiante decide mais rápido. Empresa confiante investe mais.
A Jornada Completa: De 0,2% a 100% de Crescimento
Vamos olhar a jornada completa da LTJ para entender exatamente o que aconteceu.
Fase 1: Fundação (2019-2020)
Thiago abre o CNPJ, se planeja, convida o cunhado Luis Felipe. Decidem ir contra o mercado e montar time CLT em vez de trabalhar com autônomos.
Resultado: Estrutura montada, mas sem processo claro.
Fase 2: Operação Manual (2021-2022)
Começam a operar full time. Contratam vendedores. Chegam a ter 12 comerciais. Geram 400 leads por mês. Fecham cerca de 30 vendas mensais.
Resultado: Movimento constante, mas sem previsibilidade.
Fase 3: Estagnação
Faturamento anual de R$ 1,4 milhão. Sete pessoas no time. Crescimento de 0,2% em 12 meses. Investem mais de R$ 40 mil em cursos e sistemas que não retornam.
Resultado: Frustração e questionamento sobre o modelo.
Fase 4: Decisão Estratégica
“Vamos fazer mais com menos. Vamos fazer o que precisa sem gastar demais e gerar o máximo de resultado.”
Resultado: Entrada no Programa Expansão Comercial.
Fase 5: Estruturação
Desenho de processos, definição de ICP, implementação de CRM, cadências estruturadas, métricas claras.
Resultado: Melhor mês da história 30 dias após o programa.
Fase 6: Aceleração (2025-presente)
Vendas dobram. Faturamento sobe 25%. Taxa de conversão duplica. Entrada no High Growth para acelerar ainda mais.
Resultado: Meta de R$ 2 milhões em 2025 e R$ 4 milhões em 2026.
Essa jornada mostra que crescimento não é linear. É exponencial quando você estrutura.
Thiago ficou seis anos crescendo 0,2%. Em 30 dias após estruturar, cresceu 100%.
Não foi sorte. Foi método aplicado.
O Papel do Pós-Venda na Retenção
Uma das estratégias mais inteligentes da LTJ é o foco em pós-venda.
Enquanto a maioria dos corretores foca só em fechar negócio, Thiago criou um time de concierge que cuida do cliente de ponta a ponta.
“Se o cliente precisar de alguma coisa, precisar de um atendimento médico, não tá conseguindo atender, não tá conseguindo agendar, a gente ajuda ele naquele suporte.”
Por que isso importa?
Porque no mercado de planos de saúde, retenção é mais importante que aquisição.
Se você fecha um cliente e ele cancela no primeiro ano, você perdeu dinheiro. O CAC não se paga. Mas se você retém esse cliente por três, quatro, cinco anos, o LTV multiplica.
E retenção não acontece sozinha. Acontece com experiência.
Quando o cliente tem problema e você resolve rapidamente, ele não cancela. Quando ele precisa de ajuda e você está lá, ele não sai.
“A gente cuida do cliente de ponta a ponta e não só simplesmente vende e beijo, tchau. Eu preciso dele comigo para que a gente possa aumentar esse LTV.”
Essa visão de longo prazo é o que separa empresas que crescem de empresas que estagnam.
Vender é fácil. Reter é estratégico.
E quando você constrói operação focada em retenção, você cria base de receita recorrente previsível.
Para entender melhor como construir retenção, leia O Que É Customer Success.
Como o Mercado de Seguros e Saúde Mudou
Thiago tem uma visão privilegiada do mercado porque veio de dentro de uma das maiores seguradoras do país.
E ele viu o mercado mudar drasticamente nos últimos anos.
“Menos de 30% da população tem plano de saúde privado. As pessoas olham pro plano de saúde como algo que ele não quer investir o dinheiro dele. Culturalmente a gente não tem a preocupação com a proteção.”
Mas isso está mudando.
Depois da pandemia, empresários começaram a entender que colaborador sem plano de saúde é risco operacional.
Se alguém fica doente e não tem onde ser atendido rapidamente, a empresa perde produtividade. Se alguém precisa de cirurgia e depende do SUS, pode ficar meses fora.
O custo de não ter plano de saúde ficou mais claro.
E Thiago usa isso no processo de vendas consultivas.
“Hoje o empresário enxerga o benefício de cuidar do colaborador. Ele sabe que se ele tem um plano de saúde bom, ele vai diminuir turnover, vai aumentar engajamento.”
Mas ainda existe resistência. Principalmente em empresas menores.
Como Thiago contorna?
Mostrando o custo real:
🔶 Quanto você perde quando alguém sai da empresa?
🔶 Quanto custa contratar e treinar um substituto?
🔶 Quanto você perde em produtividade quando alguém está doente?
Quando você coloca na ponta do lápis, plano de saúde não é custo. É investimento.
E essa mudança de mindset está fazendo o mercado crescer.
A Importância de Estar Perto de Quem Já Fez
Uma das frases mais importantes de Thiago foi:
“Se a gente quer crescer, a gente precisa estar perto dessa pessoa.”
Ele se referia a estar perto de quem já construiu o que você quer construir.
Por quê?
Porque você não precisa inventar a roda. Você só precisa aplicar o que já funciona.
Quando você se junta com quem já construiu o que você quer construir, você acelera anos de tentativa e erro.
A diferença é brutal.
E aqui está o ponto: você pode continuar tentando descobrir sozinho. Mas vai demorar anos.
Ou você pode acelerar colocando o dinheiro na frente e tendo alguém que já passou por isso te guiando.
“Não demore o tanto que eu demorei para poder entrar. Porque isso fez a gente mudar a nossa mentalidade, mudar a nossa forma de agir e saber que eu consigo escalar o meu negócio, coisa que eu não sabia antes.”
Mentalidade é importante. Mas método é essencial.
Você pode ter a mentalidade certa e ainda assim não crescer se não souber o que fazer.
Por isso Thiago recomenda para todos os amigos que têm capacidade de investir: “Vai lá, bate um papo, vê se faz sentido, porque no meu ponto de vista faz muito sentido.”
O Momento Mais Difícil: Quando Você Pensa em Desistir
Thiago passou por isso.
“Ano passado a gente passou muito por isso, de colocar o dinheiro e não ver o retorno a ponto de falar assim: ‘Cara, o que que eu tô fazendo que não tá dando certo? Será que não é melhor eu ser um corretor autônomo?'”
Esse é o momento mais perigoso na jornada de qualquer empresário.
Quando você investe, trabalha, se dedica… e não vê resultado.
Você começa a questionar tudo. O modelo de negócio. A equipe. Você mesmo.
E a tentação de voltar para a zona de conforto é enorme.
“Eu posso ir pra rua vender, a comissão eu recebo, tá tudo certo.”
Mas aqui está a verdade: voltar para trás não resolve o problema. Estruturar resolve.
Quando você desiste da estrutura e volta para o operacional, você pode até ganhar dinheiro no curto prazo. Mas você perde a capacidade de escalar.
E sem escala, você tem um emprego, não um negócio.
Thiago quase caiu nessa armadilha. Mas tomou a decisão certa: investir em método, não desistir do modelo.
“Esse ano a gente falou: ‘Cara, a gente vai fazer mais com menos.’ E quando a gente veio pro programa, a gente falou: ‘Esquece, não tem como não dar certo.'”
Essa mudança de mindset veio da estruturação.
Quando você tem método, você tem confiança. E confiança muda tudo.
Por Que Estruturar Dói (Mas Vale a Pena)
Estruturar uma operação comercial não é fácil. É desconfortável. Exige:
🔶 Admitir que o que você está fazendo não está funcionando
🔶 Investir dinheiro sem garantia imediata de retorno
🔶 Mudar processos que a equipe já está acostumada
🔶 Documentar coisas que antes eram feitas no improviso
🔶 Acompanhar métricas que expõem problemas
É muito mais fácil continuar fazendo do jeito que sempre fez.
Mas o jeito que sempre fez te trouxe até aqui. E se você quer ir além, precisa fazer diferente.
Thiago passou por isso. Ele tinha 400 leads por mês e 30 vendas. Podia continuar assim. Mas sabia que estava longe do potencial.
“Eu tinha uma equipe de vendas, mas não sabia se estava vendendo bem ou mal.”
Essa falta de clareza era dolorosa.
Mas quando ele decidiu estruturar, teve que encarar a realidade: o processo não existia. As métricas não eram acompanhadas. A qualificação era falha.
Dói ver isso.
Mas depois que você vê, você pode consertar.
E consertar é o que gera crescimento.
O Que Significa “Fazer Mais Com Menos”
Esse ano, em janeiro, Thiago e Luis decidiram: “Vamos fazer mais com menos.”
O que isso significa?
Não significa cortar investimento. Significa investir melhor.
Antes, eles gastavam em várias frentes sem clareza. Agora, focaram no essencial:
✅ Processo comercial estruturado
✅ CRM implementado
✅ Cadências definidas
✅ Métricas acompanhadas
✅ Treinamento focado
Menos dispersão. Mais foco.
E o resultado? Dobraram vendas em 30 dias.
Fazer mais com menos não é sobre economia. É sobre eficiência.
Você pode ter 12 vendedores mal treinados ou sete vendedores bem estruturados. O segundo time vende mais.
Você pode gastar R$ 50 mil em tráfego sem funil ou R$ 20 mil com funil estruturado. O segundo converte mais.
Eficiência vem de método.
E método vem de estruturação.
A Escolha Que Define Seu Futuro
Thiago passou seis anos tentando crescer sem método. Cresceu 0,2% em um ano.
Quando finalmente investiu em estruturação, cresceu 100% em 30 dias.
A diferença não foi sorte. Foi método.
Quanto tempo você vai aceitar ter um resultado diferente do qual você merece?
Resultado você não controla. Mas você tolera.
A provocação é: qual resultado você está tolerando?
Se sua operação está travada, se você não tem previsibilidade, se depende só de você para vender, chegou a hora de estruturar.
Você pode fazer como Thiago: investir R$ 40 mil em soluções genéricas que não retornam. Ou pode investir no método que em 30 dias entregou o melhor mês da história.
“Hoje eu indico para vários amigos que têm a capacidade de investir. Vai lá, bate um papo, vê se faz sentido, porque no meu ponto de vista faz muito sentido.”
A decisão é sua.
Você pode continuar tentando descobrir sozinho. Pode continuar investindo em soluções que não se adaptam à sua realidade. Pode continuar improvisando.
Ou você pode estruturar. Documentar. Acompanhar. Otimizar.
E crescer.
Para estruturar seu processo comercial completo, conheça o Processo de Vendas e o Sales Model Canvas.
Se você quer entender como construir uma Máquina de Vendas completa, esse é o caminho.
Quer estruturar sua máquina de vendas com clareza, processo e previsibilidade?
Perguntas frequentes
O que é a ausência de sistema e como ela paralisa o crescimento de vendas?
A ausência de sistema significa que a operação comercial não possui método, processos documentados, métricas definidas e cadências estruturadas. Ela paralisa o crescimento porque a performance depende do “feeling” individual, impossibilitando a previsibilidade, a escalabilidade e o controle dos resultados.
Qual foi o erro estrutural da LTJ Corretora que impediu o crescimento por anos?
O erro da LTJ Corretora foi montar uma equipe CLT (com custos fixos) e gerar muitos leads (400/mês) sem ter um processo de vendas definido. Eles tinham volume e estrutura, mas não tinham clareza sobre o que estava funcionando, o que levou a uma estagnação de 0,2% de crescimento em 12 meses, apesar dos investimentos.
Qual foi a decisão de virada da LTJ que gerou o crescimento de 100% em 30 dias?
A virada aconteceu quando a LTJ decidiu investir em método estruturado através de um programa especializado. As ações chave foram: definição de ICP claro, mapeamento de processos e funil de vendas, implementação de CRM para visibilidade e criação de cadências estruturadas.
Por que o fundador da LTJ concluiu que investir sem direcionamento é desperdício?
O fundador gastou mais de R$ 40 mil em soluções genéricas (cursos e sistemas) que não se adaptavam à realidade do mercado de seguros B2B e ao modelo CLT. Ele percebeu que o problema não era o valor do investimento, mas a falta de um método customizado que desse o direcionamento exato para a sua operação.
O que é mais estratégico para a LTJ no modelo CLT: previsibilidade ou baixo custo?
Para a LTJ, o modelo CLT (contratando vendedores) é mais estratégico para a previsibilidade. Ele permite controle total sobre a metodologia de vendas, desenvolvimento contínuo da equipe, manutenção do padrão de qualidade no atendimento e foco em aumentar o LTV (Lifetime Value) do cliente, algo difícil de garantir com corretores autônomos.
Quais são os passos essenciais para transformar um time em uma máquina de alta performance, baseado no case LTJ?
- Reconhecer que o problema é o sistema, não o time.
- Definir clareza total (ICP, processo, métricas).
- Implementar ferramentas que dão visibilidade (CRM, cadências).
- Acompanhar as atividades (gestão no meio do processo).
- Investir em método customizado, não em solução rápida.



Respostas de 3
Parabens pelo conteúdo , é realmente benefico, mas gostaria de lhe sugerir que na proxima deixes também alguns exemplo.
Obrigado pelo feedback, Donato!
Muito bom esse conteúdo, obrigado por compartilhar!